Rasgos de luz
Em uma pele de puz.
Comer com dentes de salamandra,
e continuar a soltar os jatos indecentes
pelos olhos que de tarde
estão reisados.
As caras das paredes,
voltam as costas para
a vontade, e o canto
aberto do
ranger da porta,
acorda o rouxinol que bica
teus olhos,
carcomidos com o azedo da manhã.
Pegue o camelo e
deixe-o na quadra quadriculada.
Pegue o elefante e sinta-o em seu
coração.
Ouça a voz dos cálices que devem
estar dobrando a esquina a procura
do que servir.
Mas só tem nada.
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...Como sempre abaretes
Poema sem fim
Vacas malhadas
O vôo da salamandra
Ondas |