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| CORREDOR CULTURAL |
| Foi na quarta-feira 02 de Abril na Livraria Cultura |
| Marconi Bispo fez Show em Homenagem a Clara Nunes |
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Marconi Bispo faz Show em Homenagem a Clara Nunes, no auditório da Livraria Cultura no dia 02/abril às 19:00hs
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Abaixo, quatro momentos de Marconi Bispo na Livraria Cultura, em show/homenagem a Clara Nunes, no dia de ontem,quarta, 02 de abril
em lembrança a morte de 25 anos da cantora.(veja as fotos do show) |
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Clara Nunes morreu no dia 02 de abril de 1983. Tinha eu* seis anos de idade. Vinte e cinco anos se passaram e
se não lembro exatamente deste dia, lembro dos dias que se seguiram onde a voz dela preenchia minha casa quase que diariamente.
A mineira de cabelo esvoaçante aparecia para mim como reforço na afirmação da identidade negra e,
mais especificamente, de pessoa de Candomblé que sou. Ela trazia para o centro do cenário musical
brasileiro histórias e mitos de uma África Negra antes só contados, talvez, nos porões da sociedade brasileira.
Clara aliou a força desses mitos à força da sua própria imagem.
(continue lendo o depoimento de Marconi Bispo) |
SHOW EM HOMENAGEM A CLARA NUNES
Amanhã, (dia 2 de abril) às 19h
Músicos:Marconi Bispo
Clara Nunes morreu no dia 02 de abril de 1983.Para homenagear a artista, o ator e cantor Marconi Bispo traz ao palco o que mais fortemente identificava a cantora: o sangue negro. Além das músicas que foram sucessos na voz de Clara, o cantor, acompanhado por Esmael Feijó (violão seis cordas), Fernando Bezerra (violão seis e doze cordas), Fábio Calamy (percussão) e Ana Tereza (voz), apresentará pequenas histórias e poemas retirados da fortuna mitológica dos povos negros que aqui atracaram, alinhavados por toadas e saudações cantadas dentro dos terreiros de Candomblé. |
| CORREDOR CULTURAL |
| A DANÇA RESGATADA de CHRISTIANNE GALDINO |
No dia 02 de abril teve o lançamento do livro "Balé Popular do Recife: a escrita de uma dança" da jornalista Christianne Galdino. O livro mostra os 30 anos de história do Balé Popular do Recife, viaja pelo caminho da dança pernambucana nos mostrando de que forma ela representou um importante
papel na transmissão dos dados Culturais de nosso estado e sua importância para o País |
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JOBALO |
ENTREVISTA |
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Mais uma vez, ele se volta para sua própria terra. Morando a mais de dez anos na Itália, Jobalo, expõe novamente no Recife, mais uma vez , na Dumaresq Galeria de Arte.
Enfrentando de frente o passado, ele nos traz uma visão de quando conseguia sentir o cheiro de terra molhada, percorrendo os mesmos caminhos em brincadeiras de infãncia.
O seu trabalho é basicamente memória. Um percorrer de volta pela mesma estrada que deixou em sua terra natal. O que o impulsionou em deixá-la, talvez um dia saibamos, mas ele vive como se nunca tivesse saído daqui. De sua Triunfo. |
1. Jobalo, fale sobre esta exposição em questão e no que ela difere de seus trabalhos anteriores.
J- Todas são segmentos/quando caminhamos por uma estrada que já passamos por ela outras vezes, sabemos onde pisamos, sabemos das pedras, dos buracos...Às vezes esta estrada pode estar coberta de neve, pode estar escura. Mas quando a gente tem que entregar a mensagem, a gente tem que superar estas dificuldades. Por isso não difere muito dos trabalhos anteriores.
(continua) |
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| Jobalo diante de um de seus quadros |
Jobalo ladeado por Nadja Dumaresq e sua
filha Roberta |
Fernando Andrade, o Poeta Régis e esposa e Jobalo na noite de sua vernissage |
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