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A COMIDA DA MAÇÃ
Rasgos de luz Em uma pele de puz. Comer com dentes de salamandra, e continuar a soltar os jatos indecentes pelos olhos que de tarde estão reisados. As caras das paredes, voltam as costas para a vontade, e o canto aberto do ranger da porta, acorda o rouxinol que bica teus olhos, carcomidos com o azedo da manhã. Pegue o camelo e deixe-o na quadra quadriculada. Pegue o elefante e sinta-o em seu coração. Ouça a voz dos cálices que devem estar dobrando a esquina a procura do que servir. Mas só tem nada.
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| VACAS MALHADAS - POEMA PEDRO RODRIGUES |